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Jayme Cortez: Curso Completo de Desenho Artístico *Autografado*

ITEM DE COLECIONADOR

editora Divulgação Artística
Idioma: Português
encadernação em excelente estado.

***O Primeiro Volume traz o autógrafo de Cortez***
Curso completo de Desenho Artístico encadernados em capa dura, com quatro volumes em estado de novo, totalmente ilustrados. O conhecimento técnico de Jayme Cortez com uma didática que pode realmente ser chamada de "passo a passo".

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Jayme Cortez Martins nasceu em Lisboa, em 8 de setembro de 1926 e veio para São Paulo em março de 1947 onde fixou residência e, no ano seguinte, casou-se com a brasileira Maria Edna.

Cortez foi um dos maiores quadrinistas do Brasil em todos os tempos e um dos grandes nomes mundiais do ramo. Autodidata, Cortez publicou, em julho de 1944, sua primeira HQ no semanário português O Mosquito, no qual colaborou até 1946. Seu trabalho, nesta época, era caracterizado pelo uso de tipos populares de Lisboa em suas histórias.

Já no Brasil, inicialmente teve uma curta experiência como chargista no jornal O Dia, mas logo começou sua carreira como desenhista de quadrinhos fazendo tiras para o Diário da Noite, com as séries Caça aos TubarõesO Guarany. Seu trabalho, de alta qualidade técnica, dominando um estilo acadêmico impecável baseado em Mestres como Hal FosterAlex Raymond, logo chamou a atenção e por conta disso foi contratado pelas editoras La Selva Novo Mundo, onde foi diretor de arte e capista de inúmeras revistas.

Era uma época de extrema popularidade para os quadrinhos, que não possuíam ainda a concorrência das TVs e da internet e, portanto, eram consumidos em doses cavalares pela molecada, sendo então verdadeira literatura de massas. Artista rigoroso, Cortez utilizava fotos e modelos vivos como referência em seus trabalhos. Devido ao seu virtuosismo e excelência no manuseio dos pincéis e tintas, Cortez era sempre escalado para fazer as capas de gibis de todos os gêneros: infantis, cômicos, super-heróis, faroeste, guerra, aventura, etc, todas sempre com magistrais pinturas a guache. Verdadeiras obras de arte que o punham em pé de igualdade com qualquer Mestre da HQ mundial. Por conta disso, Cortez logo se destacou entre sua geração e tornou-se aclamado e reverenciado por todos os demais artistas. Ele seria tratado por todos como o Mestre dos Mestres! De fato Cortez era insuperável! E rápido, produzia sem parar como uma máquina e não parava de evoluir como artista, experimentado cada vez mais novas técnicas e estilos, como o cubismo, que usaria em inúmeras capas de livros, e a solarização das imagens, que conferia um aspecto psicodélico aos desenhos, numa estética muito popular nos anos 60 e início dos 70. Com esta técnica ilustrou inúmeros cartazes de cinema, entre outras obras. Por fim, evoluiu até chegar num grafismo solto e ao mesmo tempo muito expressivo, construindo a luz e sombra das cenas e o volume dos sólidos com um emaranhado de hachuras a bico de pena e pincel, que acabaram por virar sua marca registrada e inconfundível. Graças a esta técnica original desenvolvida por ele, ultrapassou o academicismo que dominava com um pé nas costas e alcançou um patamar realmente sui-generis.  Poucos artistas dos quadrinhos mundiais experimentaram e evoluíram tanto, construindo obra tão pessoal quanto Cortez.

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